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Terça-feira, 29 de Setembro 2026

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Brasil conquista três ouros no Mundial Paralímpico de Judô

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Brasil conquista três ouros no Mundial Paralímpico de Judô

O segundo dia de competições no Mundial Paralímpico de judô, em Tbilisi, na Geórgia, foi extremamente produtivo para o Brasil. Neste sábado (26), vieram os três primeiros ouros do país nesta edição, junto com mais duas pratas e dois bronzes. Com isso, os atletas brasileiros até agora somam dez medalhas, sendo três ouros, cinco pratas e dois bronzes. O Mundial se encerra neste domingo (27), com as disputas por equipes. O grande destaque do sábado ficou por conta de Alana Maldonado. A judoca paulista, atual bicampeã paralímpica da classe J2 (baixa visão), categoria até 70 kg, conquistou o quarto título mundial ao bater a cazaque Ayala Mereke na decisão, que foi para o golden score. Maldonado venceu a luta com um wazari. Notícias relacionadas:Brasileirão Feminino: TV Brasil transmite Corinthians e São Paulo .Brasileiro Feminino: Corinthians x São Paulo sustenta força paulista.Fórmula 1: Russell supera Verstappen por 0.1s e vence GP do Azerbaijão.Ela não foi a única atleta brasileira a repetir como campeã do mundo. Arthur Silva, da classe J1 (cegos), categoria até 95 kg, levou o bicampeonato consecutivo ao derrotar o britânico Daniel Powell, também por um wazari. Além do Mundial de 2025, em Astana, no Cazaquistão, o potiguar também tem o título paralímpico de Paris 2024. O terceiro ouro brasileiro neste sábado veio com Brenda Freitas, atleta da classe J1 na categoria até 70 kg. Com um ippon, ela venceu a chinesa Wang Wenjing em menos de um minuto na grande final. Brenda foi mais uma atleta do país a defender o título conquistado no ano passado. Os outros medalhistas brasileiras neste sábado foram: Milena Freitas (prata na classe J1 categoria acima de 70 kg), Marcelo Casanova (prata na classe J2 categoria até 95 kg), Rebeca Silva (bronze na classe J2 categoria acima de 70 kg) e Felipe Amorim (bronze na classe J2 categoria acima de 95 kg).
Fórmula 1: Russell supera Verstappen por 0.1s e vence GP do Azerbaijão

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Fórmula 1: Russell supera Verstappen por 0.1s e vence GP do Azerbaijão

O GP do Azerbaijão, na manhã deste sábado (26), teve fim emocionante. Numa corrida com seis abandonos e muitas bandeiras amarelas, o britânico George Russell, da Mercedes, terminou apenas 0.196s à frente do holandês Max Verstappen, da Red Bull, em uma das corridas mais apertadas da história. O triunfo foi fundamental para Russell se aproximar do companheiro de equipe, Kimi Antonelli, na briga pelo título. O francês Isack Hadjar, companheiro de Verstappen na Red Bull, completou o pódio. Notícias relacionadas:Interesse feminino em esportes tem skate em alta e avanço do futebol.Brasileirão Feminino: TV Brasil transmite Corinthians e São Paulo .Vasco é campeão do Brasileirão A2 Feminino.Antonelli, líder da corrida do Mundial de pilotos, com 302 pontos, teve um fim de semana para esquecer. O italiano sofreu um acidente ainda na classificação e largou na 16ª posição, longe da disputa pelo topo. Lá em cima, Russell seguiu soberano depois de largar na pole, mas viu os adversários se aproximarem depois das diversas pausas durante a corrida. Na reta final, Verstappen colocou pressão no britânico, passando várias voltas a menos de um segundo de distância do líder. Enquanto isso, o brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, que havia largado logo atrás de Antonelli, na 17ª posição, se aproveitou de algumas desistências para ganhar posições, terminando em 13º. Russell aguentou a pressão de Verstappen e garantiu a terceira vitória na temporada, chegando a 236 pontos na tabela de classificação de pilotos, em segundo lugar. Antonelli, que fechou a corrida em quinto, ainda tem uma frente confortável. Os pilotos já voltam às pistas no próximo fim de semana, quando ocorre o GP do Bahrein.
Brasileiro Feminino: Corinthians x São Paulo sustenta força paulista

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Brasileiro Feminino: Corinthians x São Paulo sustenta força paulista

A final da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino de futebol, entre Corinthians e São Paulo, sustenta um cenário que se mostra desde a primeira edição, em 2013. Além de todas as decisões terem contado com pelo menos um clube paulista, a de agora é a nona em que ambas as equipes são do estado. Notícias relacionadas:Brasil decepciona e empata com Austrália em amistoso.Internacional contrata técnico Eduardo Baptista até o fim da temporada.O clássico, conhecido pelo apelido Majestoso, terá o primeiro jogo neste sábado (26), às 16h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena. A TV Brasil exibe ao vivo, abrindo a transmissão às 16h10. A volta será no sábado (3), no mesmo horário, mas no Morumbis. A emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) também exibe a partida. Maior campeão com sete títulos - os seis últimos consecutivos - o Timão chega à decisão pelo décimo ano seguido. As Brabas acumulam 11 participações e não foram à final do Brasileirão somente em 2016, na primeira temporada, quando caíram na segunda fase. Na ocasião, o time competia como Corinthians/Audax, devido à parceria com o clube de Osasco (SP). Já o tricolor está em sua segunda final de Brasileirão. Em 2024, as Soberanas decidiram o título justamente contra o Corinthians, que levou a melhor ganhando os dois jogos do confronto: 3 a 1 no Morumbi e 2 a 0 na Neo Química Arena. A equipe, que estreou na elite em 2020, ficou outras quatro vezes entre as quatro primeiras colocadas (2020, 2022, 2023 e 2025). Finais majestosas A final de 2024 não foi a única na história de confronto entre Corinthians e São Paulo no futebol feminino. A decisão deste ano será a quinta envolvendo os rivais por três competições diferentes. A vantagem é das alvinegras. Além do Brasileirão, elas foram campeãs paulistas em cima das rivais em 2019 e 2021. No ano seguinte à perda do título nacional para as Brabas, o tricolor deu o troco na Supercopa do Brasil. Ao contrário da edição masculina, a feminina contava, na ocasião, com oito clubes que jogaram em sistema eliminatório até a final. Após empate sem gols no Morumbis, as Soberanas venceram por 4 a 3 nos pênaltis e ficaram com a taça na última decisão entre os rivais. Das jogadoras que estiveram em campo na decisão do Brasileirão de dois anos atrás, sete estão do lado corintiano, sendo que seis defendendo o Timão: a goleira Nicole, a zagueira Érika, a volante Duda Sampaio, a meia Gabi Zanotti e as atacantes Vic Albuquerque e Jaqueline - a lateral Tamires ficou fora das finais devido a uma lesão no tornozelo direito. A atacante Ariel Godoi, que estava no São Paulo e fez gol no jogo de ida, hoje defende as Brabas. Do atual elenco tricolor, a goleira Carlinha, a lateral Bia Menezes, a volante Robinha, as meias Aline Milene, Camilinha e Duda Serrana e a atacante Isa entraram em campo na decisão de 2024. O técnico também é o mesmo: Thiago Viana - no Corinthians, Lucas Piccinato saiu e o time é comandado por Emily Lima. Times prováveis Neste sábado, Emily não terá Thaís Regina. A zagueira foi expulsa na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, na última segunda-feira (21), na Neo Química Arena, pelas semifinais. Como Érika é dúvida, por conta de um desconforto no joelho esquerdo, a argentina Agustina Barroso - que passou boa parte da temporada tratando uma lesão na panturrilha esquerda e ainda não atuou no ano - pode ser opção. A provável escalação das Brabas terá Nicole; Érika (Agustina Barroso), Thaís Ferreira e Ddua Mineira; Gi Fernandes, Duda Sampaio, Vic Albuquerque, Gabi Zanotti e Tamires; Jhonson e Belén Aquino. No São Paulo, Thiago Viana tem força máxima à disposição e deve repetir a escalação da vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, no sábado passado (19), no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP), que sacramentou a classificação à decisão. O triunfo assegurou às Soberanas a melhor campanha geral e o direito de jogarem em casa a partida de volta da final O Tricolor deve ir a campo com Carlinha; Bruna Calderan, Tayla, Carol Gil e Bia Menezes; Robinha, Aline Milene e Karla Alves; Vi Amaral, Isa e Serrana.  

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